Este texto deve-se a um desejo de esclarecer algumas mentes amigas, tudo o que vocês vão ler seguidamente sou eu no meu puro estado.
Trata-se sobre existencialismo, quem sou eu? que faço eu neste mundo? qual a minha função? São estas as perguntas generalistas dos adolescentes em busca do seu sentido e de uma resposta que os reconforte.
Primeiramente gostava de dizer que nada disto é importante, para que serve saber o que se tem de fazer se não se fizer, de que serve apresentar um bilhete de identidade quando não se conhece a pessoa, não somos nenhum computador que possa ser apresentado com capacidades e características através de uma amostra minimalista.
Outra coisa que descobri, mesmo sabendo tudo o que somos, tudo o que todos ambicionam saber não serve de nada, acreditem, não somos nada.
Começo então a minha explicação através de uma frase expositiva do meu pensamento, "somos contos de contos contando contos, nada".
Se eu fosse apresentado a um oriental apenas como um ficheiro nada seria para ele, se lhe contassem a minha história talvez mantesse a indiferença, mas se participasse activamente na vida deste por certo teria um lugar muito mais importante na mente dele.
Pois é exactamente isso que nós somos, produtos criados na mente das outras pessoas, nada mais do que isso, antes da pessoa oriental me conhecer ele nem sequer sabia que eu existia, certo? Pois aí está o nosso destino, a nossa função, dar a conhecer a todos o nosso mundo, imortalizando-nos para sempre, ao passarmos de conto em conto, de geração em geração até ao fim da humanidade, que infelizmente está ameaçada e que não resistirá à mudança de poder e à colonização das máquinas no nosso mundo (este será outro assunto de que falarei mais tarde, mas num futuro breve).
O que temos a fazer perante este panorama, viver a nossa vida, gozando ao máximo o que ela tem de bom e ajudar todos, quer aqueles que recorrem a nós quer aqueles que sem o pedir a necessitam, mostrar o nosso mundo e de preferência entrar na mente deles, pois não para nos tornar-mos importantes e dizer que fomos, mas para essa pessoa o reconhecer sozinha guardando-nos dentro das suas memórias. É a única forma de permanecer-mos vivos.
Trata-se sobre existencialismo, quem sou eu? que faço eu neste mundo? qual a minha função? São estas as perguntas generalistas dos adolescentes em busca do seu sentido e de uma resposta que os reconforte.
Primeiramente gostava de dizer que nada disto é importante, para que serve saber o que se tem de fazer se não se fizer, de que serve apresentar um bilhete de identidade quando não se conhece a pessoa, não somos nenhum computador que possa ser apresentado com capacidades e características através de uma amostra minimalista.
Outra coisa que descobri, mesmo sabendo tudo o que somos, tudo o que todos ambicionam saber não serve de nada, acreditem, não somos nada.
Começo então a minha explicação através de uma frase expositiva do meu pensamento, "somos contos de contos contando contos, nada".
Se eu fosse apresentado a um oriental apenas como um ficheiro nada seria para ele, se lhe contassem a minha história talvez mantesse a indiferença, mas se participasse activamente na vida deste por certo teria um lugar muito mais importante na mente dele.
Pois é exactamente isso que nós somos, produtos criados na mente das outras pessoas, nada mais do que isso, antes da pessoa oriental me conhecer ele nem sequer sabia que eu existia, certo? Pois aí está o nosso destino, a nossa função, dar a conhecer a todos o nosso mundo, imortalizando-nos para sempre, ao passarmos de conto em conto, de geração em geração até ao fim da humanidade, que infelizmente está ameaçada e que não resistirá à mudança de poder e à colonização das máquinas no nosso mundo (este será outro assunto de que falarei mais tarde, mas num futuro breve).
O que temos a fazer perante este panorama, viver a nossa vida, gozando ao máximo o que ela tem de bom e ajudar todos, quer aqueles que recorrem a nós quer aqueles que sem o pedir a necessitam, mostrar o nosso mundo e de preferência entrar na mente deles, pois não para nos tornar-mos importantes e dizer que fomos, mas para essa pessoa o reconhecer sozinha guardando-nos dentro das suas memórias. É a única forma de permanecer-mos vivos.
Adorei o texto :) Está mesmo profundo, tocou-me. consigo sentir a ideia do texto.
ResponderExcluirObrigado, é com esse intuito que procuro escrever, tocar as pessoas, desperta-las para questões que embora estejam sempre presentes nem sempre são reconhecidas. Obrigado pelo comentário e espero que mais textos tenham esse efeito.
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