Após todo este tempo de aprendizagem, onde conheci novas pessoas, novas matérias, novos espaços e horizontes, o meu conhecimento foi-se desenvolvendo, expandindo-se a caminho do infinito e mais além. Ganhando a cada passo, a cada para-meta um novo sentido, uma nova orientação e um novo significado. Mais profundo e maduro, mas longe de amadurecido, no meu conhecimento surgiu a compreensão holística social que compreende todo o universo mundano. Para isso foi necessário escutar muito, ler bastante, reflectir constantemente e debater diariamente com os que eram mais próximos. Professores, colegas de turma, amigos, simples conhecidos ou mesmo desconhecidos tornaram a minha visão mais eficiente e eficaz, antevendo e entendendo que a simplicidade de todos os complexos é afinal simples na sua natureza. A teorização e a fraca aproximação desta muitas vezes ao mundo físico acaba por muitas vezes matematizar e fragmentar em demasia a natureza do objecto indissociável. Isto porque procura algo infinitamente pequeno não compreendo todas as suas dimensões. Logo é necessário conectar todo esse conhecimento ao plano real.
Após o entendimento primário das três dimensões básicas, que definem a noção de volume, algo parece desequilibrar o entendimento do objecto na sua forma e estado enquanto objecto. Se é certo que a noção de volume permite-nos envolver a sua forma e analisá-la de forma atingível, esta análise não é de todo congruente com a compreensão de estado desse mesmo corpo. Assim surge uma quarta dimensão, que alguns autores já defendem e definem como sendo o tempo, dando assim um significado objectivo e concreto a esse mesmo estado do corpo em forma. Pois se não existir tempo não existe corpo e sem o corpo não existe tempo, logo são indissociáveis e esta dimensão torna-se clara e necessária para que exista concordância entre todos os seres. Mas perante tal associação parece-nos ainda ser algo redutora, ou melhor, reduzida.
Ao longo destes anos algo se tornou fulcral, basilar, para a compreensão de todo o meu trabalho, do meu entendimento do mundo e das pessoas que coabitam nele e que considero ser imperial atribui a maior importância, colocando como a dimensão mais importante, a quinta, que circunscreve todas as outras, tornando-as dependentes desta, que é o conhecimento.
O conhecimento é a base de toda a compreensão do corpo e de todas as suas imagens, definições e atribuições de forma e estado. Atribui a esta matéria uma substância única, que lhe dá valor, que a reconhece e que atribui um significado atíngivel para todos. Determina o corpo enquanto corpo num ecossistema ao qual está associado e que o compreende enquanto tal. Sem o conhecimento todas as outras dimensões são apenas teorizações sobre algo amorfo, sem significado, sem atribuição, sem sentido. É no conhecimento que todo o corpo se exprime e se torna corpo, com altura, largura, profundidade, num determinado tempo e lugar e mais importante do que tudo isso, se torna ele mesmo, singular, único, compreendido, entendido, conhecido enquanto corpo.
Sem esta noção básica, todo o nosso trabalho não passa apenas de uma teorização, de uma explanação teórica e afastada da compreensão do que o corpo realmente é.
Após o entendimento primário das três dimensões básicas, que definem a noção de volume, algo parece desequilibrar o entendimento do objecto na sua forma e estado enquanto objecto. Se é certo que a noção de volume permite-nos envolver a sua forma e analisá-la de forma atingível, esta análise não é de todo congruente com a compreensão de estado desse mesmo corpo. Assim surge uma quarta dimensão, que alguns autores já defendem e definem como sendo o tempo, dando assim um significado objectivo e concreto a esse mesmo estado do corpo em forma. Pois se não existir tempo não existe corpo e sem o corpo não existe tempo, logo são indissociáveis e esta dimensão torna-se clara e necessária para que exista concordância entre todos os seres. Mas perante tal associação parece-nos ainda ser algo redutora, ou melhor, reduzida.
Ao longo destes anos algo se tornou fulcral, basilar, para a compreensão de todo o meu trabalho, do meu entendimento do mundo e das pessoas que coabitam nele e que considero ser imperial atribui a maior importância, colocando como a dimensão mais importante, a quinta, que circunscreve todas as outras, tornando-as dependentes desta, que é o conhecimento.
O conhecimento é a base de toda a compreensão do corpo e de todas as suas imagens, definições e atribuições de forma e estado. Atribui a esta matéria uma substância única, que lhe dá valor, que a reconhece e que atribui um significado atíngivel para todos. Determina o corpo enquanto corpo num ecossistema ao qual está associado e que o compreende enquanto tal. Sem o conhecimento todas as outras dimensões são apenas teorizações sobre algo amorfo, sem significado, sem atribuição, sem sentido. É no conhecimento que todo o corpo se exprime e se torna corpo, com altura, largura, profundidade, num determinado tempo e lugar e mais importante do que tudo isso, se torna ele mesmo, singular, único, compreendido, entendido, conhecido enquanto corpo.
Sem esta noção básica, todo o nosso trabalho não passa apenas de uma teorização, de uma explanação teórica e afastada da compreensão do que o corpo realmente é.
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