“O Futebol é inequivocamente um fenómeno de elevada magnitude no quadro da cultura desportiva contemporânea. Paradoxalmente, é possível constatar a existência de significativas “resistências” ao nível do reconhecimento do potencial educativo e formativo que esta modalidade, enquanto matéria de ensino e treino, encerra. Não são porém menores, nem menos expressivas, as objecções que se têm colocado à possibilidade do Futebol se constituir objecto de estudo e campo de problematização científica.
As reflexões relativas ao Futebol têm sido, na maior parte das vezes, norteadas por demasiados juízos de valor. O conhecimento científico é escasso e pouco consistente. As metodologias de ensino são coisa rara e as que existem constituem matéria quase ofensiva para aqueles que insistem na ideia de que, no Futebol, já está tudo inventado” (Garganta, 1993).
Estamos, portanto, perante o paradigma de o Futebol ser o desporto rei mas no entanto ser alienante pois não é educativo, não é um objecto de estudo interessante para a ciência e não é um factor que se tem em conta na projecção e divulgação cultural de cada país, basta analisar o investimento reduzido que é feito todos os anos em prol do Futebol, comparativamente às Obras Públicas ou à Saúde, Saúde esta de hospital, ou seja de tratamento de doenças e não aquele que é gasto na prevenção das mesmas, onde aí sim o Desporto poderia ter grande efeito e onde se deveria investir. Isto deve-se aos muitos daqueles que intervêm através das bancadas montadas em cada café ou no sofá de casa de forma néscia, e muitos também são aqueles que estando dentro do futebol, em pleno campo, não sabem argumentar correctamente o que é o busílis, o vital, do Futebol. O Futebol não é encarado de forma educativa pois muitas vezes aqueles que ensinam o Futebol na Escola desvirtualizam a componente educativo-metodológica presente no jogo, deixando apenas que os jogadores joguem livremente sem se preocuparem em educar correctamente, ou por outro lado desprezam o Futebol afirmando que se trata de uma modalidade conhecida de todos e por isso desprezível perante as modalidades formativas de maior "rigor cultural" como a ginástica, por exemplo. Não é objecto interessante para a ciência pois afasta-se do positivismo metodológico, made in laboratório, cartesiano, onde tudo se controla e o que não se controla sabe-se que não interfere controlando por isso esse efeito. A Ciência está de tal forma atomizada que afasta-se cada vez mais, a velocidades super-sónicas, da compreensão de que no Futebol o científico tem de obrigatoriamente ser abrangente, diagnosticado à distância, de forma não fractal. Por isso temos que compreender que o Futebol tem muito de cientificável, na sua construção, na fisiologia e biomecânica do atleta, da bola, mas não se deve matematizar o ser vivo só porque permite conhecer em todo o seu detalhe, pois fica-se a desconhecer precisamente o ser vivo como ser global num caos existencial que é o jogo. Descontextualiza-se o corpo do lugar e o corpo sem lugar não existe, tal como não existe o lugar sem o corpo. “As partes só são o que são naquele todo que é feito por elas” (Cunha e Silva, 1999). Ou seja, o Futebol é todo um complexo que compreende o interior da bola, a camada da bola, e o seu exterior, desde o relvado ao jogador, do treinador ao público, do guarda do campo ao presidente da UEFA, não se desligando ou desprezando o que quer que seja que compreenda todo este universo constituinte do Futebol.
Todo este all-over pode parecer confuso como uma expiral ininterrupta e inatingível de compreensão mental mas ela está presente e afecta o elemento do Futebol, o jogo. Trata-se de um efeito borboleta que pode partir de qualquer ponto e ter um final desconhecido na sua forma, presença, magnitude e finalidade. “Perante esta polaridade, podemos admitir o jogo como um sistema dinâmico não linear, ou seja, um sistema cujo comportamento varia não linearmente com o tempo, admitindo facilmente que o resultado depende da forma como se joga, como se vai jogando. Mas esta dependência, por sua vez, altera as regras do jogo, porque o contributo da incerteza, do acaso, se incompatibiliza crescentemente com qualquer regra” (Cunha e Silva, 1999). Desta forma o caos do jogo, a aleatoriedade com que cada variável intervém e se desliga do jogo, a cada inspirar do atleta, é impossível de se prever de forma matemática, deixando a compreensão e sofia do jogo para inter-subjectividade analisada por cada elemento constituinte do jogo de Futebol. “Mas depois de tudo isto é também óbvio que, se não houvesse qualquer coisa que ligasse o jogo a um território de possíveis previsíveis, deixaria de fazer sentido insistir-se e investir-se no futuro, na preparação de uma equipa. No fundo, o treinador sabe que, embora não seja um deus de Laplace, há um atractor que condiciona este sistema multipolar, multivariável, dinâmico, não linear, complexo, fractal, a um território de confiança, legitimando os seus investimentos. E a última polaridade que aqui se joga é aquela que se situa entre o caos e o determinismo” (Cunha e Silva, 1999).
Desta forma devemos servir-nos do conhecimento da Ciência de forma a compreender melhor a metodologia a utilizar durante o treino, uma forma de completar a nossa compreensão da natureza futebolística. Mas não devemos lançar o jogo para dentro de uma seringa e “injectá-lo” directamente para um microscópio pois estaríamos a descontextualizar, analisando um fenómeno diferente do que é o Futebol. Na Escola devemos leccionar para que esteja presente o rigor e a disciplina, e estas componentes só podem ser inscritas no aluno se forem tomadas em conta de forma profissionalresponsabilizados quer na própria aula, quer na vida. Ao nível do investimento só quando se tiver noção da magnitude e “universibilidade” do futebol, da democratização social e biológica que o Futebol encerra, é que se investirá com consciência de causa. Pois para já o investimento feito é só um glamour apresentado além-fronteiras através de estádios de Futebol e da capacidade organizativa de eventos relacionados. Não se investe nas ruas, onde realmente o Futebol é selvagem, puro e digno da sua vitalidade. Unificando todas estas problemáticas, notificá-mos que toda esta tutoriedade e publicidade está a cargo de um ser que compreende todas estas variáveis, polaridades, realidades existentes no Futebol. É através dele que o Futebol pode evoluir, fomentar e liderar este mundo cada vez mais virtual. Cabe ao treinador então esta função de tornar a utopia uma realidade atingível a todos. Servindo-se de todas as próteses de conhecimento e tornando-as ortóteses do seu ser. Falámos então do treino do treinador...
“Quem ganha um combate é forte, aquele que vence antes de combater é poderoso. A verdadeira sabedoria está em vencer sem competir.” – Mao Tze Tung
Se fosse possível recuar na História, por certo veríamos que já por nós passaram alguns dos melhores estrategas de sempre, aprenderíamos imenso com eles. Eles não nos ensinariam o que é o Futebol, não conhecem sequer essa dimensão, esse jogo, se lhes apresentássemos também julgariam que era uma brincadeira de romaria ou mais uma dança para louvar os deuses. Mas contudo, estes grandes sábios analisariam facilmente as capacidades estrategas que o jogo de Futebol nos exibe. Na altura, não era com uma bola que se jogava, não era um campeonato. Era sim uma guerra intensa de batalhas imensas e intemporais. Defendia-se a honra e os campos do império. Mas se analisarmos analiticamente esses confrontos de então não eram muito diferentes do que nos dias de hoje se fazem quase diariamente. E quando não se batalha, preparamos-nos para a batalha. A toda a hora da semana treinamos e prepará-mos os nossos homens para o combate. Esses combates desde essa altura até a contemporaniedade permanecem semelhantes na sua estrutura, existe uma honra a defender, um campo da nação que não se pode perder, homens de combate, um líder, uma estratégia, um desenlace, uma vitória. De quem depende muito deste trabalho é do ser estratega, o líder, aquele homem que assume o comando e define o futuro dos seus comandados baseando-se na experiência, na moral, na força humana e na fé (energia “aural”) que o protege a si e aos seus. Esse imperador é nos dias de hoje o treinador. O treinador não é aquele que ensina a jogar Futebol ou aquele que pensa que sabe tudo, o treinador é sim, a individualidade dentro do grupo que orienta os jogadores, que está lá para os encorajar, é o amigo mais próximo de cada um dentro do balneário nos bons e maus momentos, para criticar sempre que é necessário, para dar a cara e levar os primeiros socos, mas ainda mais importante, é aquele por quem o jogador se apaixona como seu irmão de sangue, o sangue do clube e da família que ali vive. É através do treinador, que se vai delinear uma estratégia, um modelo de jogo, uma táctica, que envolverá melhor as capacidades e habilidades dos atletas que constituem a sua equipa e os objectivos que essa equipa pretende alcançar. Tudo isto depende da programação que o treinador faz para a equipa e para toda a época. Esta programação deve envolver programação, planificação e periodização. Programar tem como objectivo a forma como vamos conduzir todo o processo de treino e do jogo. A periodização é um aspecto peculiar da programação e é baseada pela segmentação e caracterização das diferentes partes da época, delimitando esta em macro, meso e microciclos. A planificação é a forma como queremos trabalhar nos diferentes períodos, denominando objectivos e meios para o sucesso de todo o trabalho. Para isso o treinador deverá saber: o local envolvente da sua equipa, conhecer as pessoas, hábitos e culturas; quais as condições de trabalho que possui e a lista de jogadores disponíveis; quais são os objectivos que a direcção e os jogadores pretendem para aquela época desportiva. Através disto deve traçar linhas orientadoras de todo o processo futuro de forma a adequar o seu processo de gestão e acção à realidade onde se encontra. Por isso podemos desde já delinear uma das capacidades fundamentais do treinador, a análise. A análise é o momento crítico de arranque de qualquer processo de pensamento estratégico e por isso quer durante o treino quer durante o jogo este factor é importante, mas mais importante do que in loco, é ter essa capacidade outdoor, no gabinete, numa fase de “pré-trabalho”, mesmo antes de se iniciar a pré-época. A partir daqui o treinador deve ter ambição, colocar sempre os seus parâmetros um patamar acima do que todos os outros julgam, pois é a chave para ter sucesso. Os que voam mais alto entendem o seu trabalho como uma viagem sem fim na procura do conhecimento e da evolução e imprimindo este sentimento no núcleo da equipa podemos levar a equipa a ultrapassar a sua própria quimera, supra-trancrevendo as suas mais intimas fantasias de sucesso desportivo. Todo este produto é extremamente difícil de “seringar” na equipa, é uma árvore que demora a crescer, por isso quanto mais cedo a plantarmos mais cedo poderemos colectar os seus frutos. Assim, almejando esse futuro, decidimos primariamente fazer ser o que somos.
Após este cenário de background o treinador deve ser um elemento peculiar dentro de campo e no banco. Não deve nunca olhar apenas para a bola, deve deixar esse protagonismo para os “cegos” que dizem observar o jogo das bancadas. Deve ser um líder, comandar é fundamental numa equipa, quem a si não obedece pode cair no enredo de ser comandado, ele tem a responsabilidade máxima na sua equipa, é constantemente a sua cabeça que está mira de todos, mas possui também um grande poder, o de decidir, é ele quem tem o poder de orientar a equipa. Para decidir, é preciso nunca ter medo e se tiver um pouco de receio nunca o demonstrar, deve ter uma postura soberana e calma. Não deve julgar o óbvio como facilitador, “tenham medo do óbvio” (Paula Botelho, 2007). Muitos são aqueles treinadores de nível baixo que julgam que por conhecer o um conhecem o dois, pois um e um são dois, simplesmente se esquecem do factor “e”. Esse é o factor mais importante, é o que desencadeia todo o mecanismo da plataforma orgânica que constitui a equipa, somando as partes e dando-lhe um valor muito superior à individualidade. Este é o plano táctico que o treinador deve ter enraizado, encrostado, em si.
Dentro de campo, durante a semana, nos treinos, ele deve decidir como já vimos anteriormente, o que trabalhar, treinar, de forma a que a equipa melhore o seu rendimento e atinja os objectivos. O treinador deve ter em conta a dose, “a dose em demasia é veneno” (José Oliveira, 2006), deve manter uma relação constante entre o treino e o jogo, sabendo que estes são diferentes, embora tudo o que se faça nos treinos, de bom ou de mau se vá reflectir de alguma forma no jogo desse fim-de-semana, ou no jogo seguinte. Deve conseguir separar o trigo do joio, pois por muito grandes que sejam as vedetas, a bola continuará a ser redonda e o campo rectangular. Então toda a equipa deve regir-se pelo lema “Só fazes música bela se souberes como tocar numa orquestra.” (anúncio publicitário da Nike, 2007) e o treinador deve conseguir que todos os seus jogadores, independentemente das características de cada atleta, circulem sobre estes carris. Só assim ele poderá denominar a táctica que servirá melhor a essa equipa, e não a esse somatório individual de jogadores. O jogador é em si um fractal dos aspectos característicos da equipa, estando num halo que é demonstrativo da mística do clube. Falámos portanto como o treinador deve explicar, exemplificar e orientar todo o projecto que pretende para o seu modelo de jogo, em campo, de forma a que todos, todos sem excepção, consigam em qualquer momento ser alvo exemplificativo do plano táctico que se pretende que a equipa cumpra.
Em suma, o treinador é constantemente um elemento de exibição e trabalho do plano táctico. Ele deve construir um modelo de jogo com os jogadores, deve aparentar o ser profeta sem nunca cair na veleidade. Ser obiquista, liderando quer o ser grupo, quer o grupo exterior ao seu. Deve ter carisma e acima de tudo nunca ter medo de falhar perante as suas decisões, que estão bem sustentadas pelo seu conhecimento científico e futebolístico.
No Futebol, os factores de execução técnica são sempre determinados por um contexto táctico, pelo que a intensidade e a justeza das técnicas utilizadas decorre deste compromisso. E de tal forma isto acontece, que em duas técnicas formalmente similares, qualquer manipulação da estrutura duma delas, através por exemplo da modificação do ritmo de execução produz alterações importantes, daí resultando técnicas diferentes. (Garganta, 1993).
Tal como o jogador, o treinador é influenciado pela técnica, contudo num plano mais teórico. Quando observamos os denominados mind-games usados por vários treinadores, cada vez são em maior número e com maior qualidade, observamos uma técnica psicológica, dramática, quase como se de uma peça de teatro se tratasse, que tem como intuito vencer e derrubar o oponente num campo invisível que comporta comportamentos para um campo visível, como se tratasse de um campo da física quântica. Usando cada um as suas bases persuasivas e manipuladoras de forma diferente. Contudo, por muito que o contexto seja semelhante, cada protagonista, actor, interpreta à sua forma, dando-lhe a sua visão e o seu corpo de forma sempre muito pessoal, específica. Sempre que observamos um dérbi, independentemente dos resultados, ou do momento do campeonato, observamos estes jogos mentais. Mas estes são sempre diferentes mesmo que interpretados pelas mesmas figuras, quer sejam treinadores ou mesmo directores. Existem então pelo menos dois campeonatos, o classificativo relacionado com a disputa do campeonato, e outro, pseudo-político onde é fundamental vencer. Muitas vezes são o ponto de partida para a vitória no jogo de campo, supostamente mais real. Contudo é necessário ter cuidado com o uso destas técnicas pois podem ter um efeito recursivo. Ou seja, o facto de se ter ganho no jogo psicológico, pode induzir directamente para a noção de ter por garantido a vitória no plano desportivo e isso levar a uma desplicência que origina um mau resultado posteriormente. Como já falámos anteriormente, as técnicas persuasivas são de elevado valor para o treinador, são elas que vão dominar e “domesticar” o grupo de atletas. Mas por serem de elevado valor são também muito difíceis de interiorizar e dominar. Cabe pois ao treinador conseguir ter um correcto tom de voz, expressão corporal e gestual, e com cada palavra atingir o íntimo de cada jogador de forma precisa sem contudo ele ter essa noção de estar a ser manipulado. Por isso, muitos são aqueles treinadores que frequentam cursos de expressão dramática, de discurso público ou de gestão. Mesmo durante a semana é necessário gerir muito bem as emoções e sentimentos dos atletas, principalmente nas camadas jovens, onde os atletas normalmente são mais fracos mentalmente, são menos resistentes, e onde muitas vezes são as variáveis parasita a definirem o trabalho realizado por cada atleta nesse treino, ou nessa semana. Mas não é só com os jogadores que o treinador tem de usar técnicas de diferente ordem psicológica, sociológica e metodológica, mesmo com os pais dos jogadores, com os directores do próprio clube, com os media desportivos e por vezes com os media “cor-de-rosa”, é necessário estar sempre preparado de forma a conseguir lidar, esquivar, e dominar vários assuntos e contextos de forma em que cada confronto virtual seja possível obter vantagem e credibilidade. Para isso muitas vezes o treinador não deve chocar, enfrentar o leão de peito aberto, muitos são aqueles que vencem mais quando estão calados. Não devemos nunca ir contra as ondas ou saltar por cima delas, primeiro porque não sabemos quanto duras são, e magoam sempre, nem saltar porque nunca sabemos o que está do lado de lá. Por isso mais vale recuar, deixar elas se desfazerem aos nossos pés e depois sim mergulhar. Só assim saberemos o que é importante, ao que devemos responder, se não perdemos imenso tempo a responder a tudo. Se não sabemos aquilo que é importante, então tudo é importante. Quando todas as coisas são importantes, então temos que fazer tudo. Quando temos que fazer tudo, então não temos tempo para pensar e fazer aquilo que é realmente importante. Isto refere-se quer ao trato com as pessoas quer à forma como nos dirigimos aos atletas no treino, ou como orientámos o treino. Ou seja, não nos devemos interessar em ensinar muito, mas sim que os nossos atletas aprendam bastante. Falámos portanto na técnica de hierarquização e planificação do trabalho que é feito ao longo de cada período, seja este longo ou curto. Outra técnica fundamental no plano “curricular” do treinador é a antecipação, este deve ser capaz de prever a jogada seguinte do seu opositor e dispor as suas peças de forma a anular a posse de bola do adversário e desde aí converter essa posse em ataque organizado de forma atingir o objectivo desde logo traçado que é a baliza, agora como o faz, de forma apoiada ou partindo no contra-ataque, isso fica ao critério de cada um. O importante é nunca perder a noção de fortaleza, pois esta só pode ser destruída a partir de dentro e nunca de fora. Ou seja, só através de um erro nosso é que toda a nossa estrutura poderá cair facilmente, e não existe nada mais hediondo do que ver toda nossa plataforma desmoronar a cada desenlace do adversário. No caso de se perder o jogo, paciência, o mais importante é logo recuperar as tropas para a batalha seguinte, é uma técnica muito difícil de dominar, mas que pode ser vital. Perder, é só um passo numa vitória, é o começo dela.
Em suma, o treinador deve dominar várias técnicas do foro mental, que o ajudarão a explanar melhor o seu domínio, quer dentro de campo, balneário, ou mesmo no seu mundo futebolístico. O importante é sempre estar preparado para todas as situações possíveis, mesmo as mais inimagináveis.
Boas caro mister
ResponderExcluirGostei de ler este texto, está abrangente e evidencia a complexidade que é o futebol e ser treinador, complexidade esta, que ainda não é bem entendida, por algumas pessoas da "bola".
Abraço e continua com este trabalho
Nelson Pinho
Obrigado Nelson, infelizmente nem todos compreendem o que é o Futebol, mas também é dever nosso dar o contributo para que o panorama se altere, mesmo sendo a nossa intervenção "verde" e sem grande impacto. Mas grão a grão...
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