Se não gostamos de comida razoável, amigos razoáveis, programas razoáveis, porque havemos de gostar de ser razoáveis? Porque não procurar ser aquilo que exigimos constantemente do mundo externo de forma por vezes tão obsessiva e exigente se não o somos por vezes minimamente connosco. Queremos e desejamos ser imensos, maiores que todos os outros, muitas vezes por motivos que nem sempre serão os mais razoáveis e saudáveis. Desejamos isso de forma inconsciente no sentido que não pensamos minimamente no processo para a obtenção da meta ou da para-meta simplesmente, simplesmente o significado da mesma. Não interessa sequer a substância de o sermos, simplesmente o reconhecimento perante os outros de o sermos. Pobre é aquele que acredita que isso acontecerá de forma fácil ou frutuita tal como nos filmes de hollywood. Até podem lá chegar, pois muitas vezes chegar a top depende do nome de família ou das posses de tal, mas chegar a top e manter-se a top, isso só para os de top. Desta forma a determinação do que é fundamental é fundamental, seja isto para uma relação de qualquer tipo, perceber o que é importante e determinante, de outra forma poderemos considerar que tudo é importante e então tentamos dar atenção e fazer tudo, não percebendo o que é importante e assim perdendo tempo com o que não o é acabando por não fazer nada do que realmente é importante de forma importante.
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