O que é afinal lógico? É o que segue determinado protocolo? O que é justo? O que está certo? O verdadeiro? Baseado em quem e no quê? Quando e de que forma? Onde e em que sentido?
Todos os processos que oriento, sou orientado e vou observando enquanto decorrem sem minha participação directa ou indirecta são alvo da minha análise constante com vista à compreensão do seu conteúdo e da sua envolvente de forma a maximizar se possível todos eles por si e no seu conjunto. Compreender todas as suas variáveis e invariáveis é basicamente impossível humanamente, mas a procura da sua compreensão deve ser sim humana e encorajadora. Só assim podemos rentabilizar todos os processos actuais e futuros. Deste modo várias têm sido as interrogações como se pode ler inicialmente. Nomeadamente em processos humanos e de construção essencialmente social, as máquinas e sistemas informáticos seguem padrões bem mais estandardizados mas mesmo eles com desvios de comportamento e de actuação por vezes inexplicáveis para já ao conhecimento do ser, as variáveis são por vezes tão inadequadas com as padronizações de comportamento do sujeito que se teme a sanidade mental deste. Por vezes o seguimento do padrão cultural encarneirado e enfileirado também assusta. Assim surge a questão, o que está afinal correcto? O padrão, o aleatório, o inverso, o fragmentado, ou simplesmente o cataclismo e a alienação? Considero cada vez mais que todos eles, em momentos diferentes e perante plataformas de entendimento e conjugação desiguais, estão correctos e são os mais assertivos. Para isso a panóplia de instrumentos e ferramentas que dispomos deve estar bem fortalecida e baseado em conhecimentos e aplicações que tenham sido devidamente congruentes e satisfatórios.
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