domingo, 29 de setembro de 2013

Facebookismo da sociedade

Quando se pensava que a sociedade já caminhava para um desapego grande aos costumes e valores dela mesma, que a socialização se estava a tornar cada vez mais impessoal e interceira, eis que caminhamos ainda de forma mais avassaladora para a descaracterização do autêntico, pessoal e vivo cidadão.  Após a invenção e colonização mundial dos telemóveis, internet e computadores, que em grande medida são um passo fabuloso na evolução humana, que tornaram o tempo minimal e encortou distâncias de continentes ao alcance de um clique, eis que surge mais uma mutação no sujeito através das redes sociais, nomeadamente aquele que mais gente contempla. O princípio é fabuloso e bem utilizado permite aos seus utilizadores publicitar o seu trabalho, reviver na medida do possível emoções e memórias do passado e de pessoas que foram de alguma forma importantes, permite conversar e combinar encontros entre estes e mesmo criar novas relações com pessoas que possivelmente nunca veríamos na vida. Contudo, como disse, este é o princípio, e para algumas, espero que mais do que visualizo e imagino, é o caminho e utilização habitual diária, ou seja usam um instrumento fabuloso para catalisar e desenvolver a sua vida de forma profícua e quiçá prolifera. No entanto, existem aqueles que vivem e consomem-se dentre deste cosmos, que publicitam e expõem a sua vida até à exaustão, quantas vezes sem sentido e com apresentações sobre as rotinas mais básicas e simples da vida como o seu prato de comida ou onde estão ou como se sentem. A necessidade de atenção e carinho é de tal forma preocupante que levam-me a considerar se não existirá já um síndrome facebookista. A ânsia por conquistar uma quantidade determinada de likes e comments é de tal forma grande que acabam muitas vezes por perder respeito por si e pelos outros e expõem o que deveria ser privado e íntimo. Mesmo o desrespeito pelo momento, pelo presente tornou-se absurdo, pois o que interessa não passa pelo viver e sentir a emoção da bela paisagem, de sentir o belo gosto de um prato, ou de estar com os amigos ou aquela pessoa especial a sós e celebrar esses momentos, mas sim o mostrar a tudo e todos, no fundo a ninguém que realmente interesse, o que se está a fazer. Sou todo a favor de postar fotos à posteriori, é até de alguma forma um bom baú para mais tarde recordar. Mas até que ponto muitas destas pessoas vão olhar para trás, aquelas que publicam no momento o momento, e ter algum tipo de emoção em relação à tal experiência? Como sempre penso que cabe a cada um decidir e sinceramente não sou superior a ninguém a nenhum nível para julgar as pessoas, mas arrepia-me a consciência como é que se pode estar a perder o fundamental, o simples, o puro, o momento, o presente, o irrepetível.

sábado, 21 de setembro de 2013

Bengala

Caminhas para mim sempre com um sorriso nos lábios, abres-te e esperas que te abrace para além do que os meus braços conseguem alcançar, procuras na linha por mim e apercebes-te do quanto estás perto de mim e do quanto também estou feliz por te ver. Apesar de rodeado por milhares, nada mais existe se não o caminho que nos falta percorrer. Olhamos tímidos e desconcertados procurando encontrar a melhor linha para dizer sem demonstrar esse mesma imperfeição de estado e sentimento. Ao longo da viagem vamos encontrando os pontos que nos aconchegam e nos acomodam para que seja mais natural e corajoso o respirar de cada um. Trocam-se olhares e as palavras que são proferidas mais não são que ruído para os sentimentos que exprimimos e expomos de forma tão gritantemente silenciosa. Continuamos no nosso percurso e o caminho que nos apresenta é caótico, rítmico, alucinante, mas mesmo assim tudo parece tão calmo, tão silencioso, tão nosso que parece que estamos sós. Escadas sobem-se e descem-se e as mentes continuam muito acima do que os corpos transportam. Vamos apoiando o sorriso e riso de cada um e projectamos o que será um excelente luar. Não existe lógica ou planeamento para o que se segue, nunca houve, apenas o deslize dos passos pelas ruas e pelas pontes, pelos rios e pelos barcos, a comunicação nunca expira e inspira-se constantemente com novos assuntos e ideias. As belezas que se apresentam no horizonte apesar de fabulosas e roçarem a perfeição arquitectónica nada são, comparadas perante a beleza que os teus olhos apresentam em cada movimento que possuem, tão profundo, tão sincero, tão manipuladores mesmo não usando qualquer força intensa sobre os meus, encantam e enfeitiçam sem qualquer esforço. Mais apaixonante trata-se do facto de tudo isso ser natural em ti, de nem teres consciência disso e de simplesmente espalhares essa beleza e subtileza sem esforço ou intenção. Partimos para outras plataformas, para espaços mais utilizados e ocupados, satisfazemos a necessidade corporal alimentar mas isso pouco ou nada nos satisfaz pelo sabor, pois o que realmente nos alimenta e contamina as veias é o simples sentimento de nos sentirmos em casa, de nos sentirmos familiares, de nos acomodarmos a um espaço comum que é só nosso, o nosso ninho espacial sem nenhum mobiliário mas com um conforto e calor que nem o mais belo lar pode proporcionar. Perante a noite fria, o vento que nos bate, o sentido é em frente, para o fim, e apesar de caminharmos para ele sem noção ou intenção lá estaremos na nossa meta desejando que o tempo parasse um pouco mais, que abrandasse e que não se partisse, que não se acabasse, que não se findasse o que até então tinha sido perfeito. Fica a última memória de te ter visto grande e radiante pela objectiva e de ter ajoelhado perante a tua leveza e beleza sem conseguir resistir se não absorver toda essa pureza de espírito e coração, que transformam o mundo e que o fazem rodar sobre ti. Curvaste-te ao longo da moldura, mas quem se debruçou sem forças nem resistência fui eu. Tiraste-me o equilíbrio como se fosses uma bengala, a mais forte e resistente, mais esbelta e brilhante que vi.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Poder da mente

O ser humano tem em si um potencial monstruoso e belo, capaz de ultrapassar os seus próprios limites, a sua própria compreensão e entendimento, ao ponto de o assustar e o limitar. A capacidade do ser humano actual é completamente diminuta perante o seu verdadeiro potencial, esta castração deve-se essencialmente ao processo filtrado e afunilado, compactado e formatado em que é formado. A sociedade não permite a atenção e o estudo de extremos, de génios que não são entendidos se não por aqueles que roçam compreender minimamente os campos onde estes senhores caminham com firmeza. A normalidade, o que é socialmente aceite e reconhecível com mérito não permite que estes "anormais" sejam louvados e potenciados, pelo contrário são escondidos, mal compreendidos e muitas vezes mutilados por "doutores" que diagnosticam um génio como se tivesse falhas perante os demais comuns. A esta conjuntura junta-se o processo de ensino-aprendizagem ser quase sempre limitado e limitativo, demasiado parido por replicação e estereótipos. Não condeno de todo a forma como muitos que se consideram professores praticarem desta forma o seu activo, a verdade é que o mundo que conhecem apenas é preenchido pelo conhecimento que adquiriram através das experiências durante a sua formação, também ela pobre e cega. Felizmente começam a surgir novas ciências que mostram o quanto errada, descontextualizada e mal orientada estava ciência comum, o quanto existe para além do que é alcançável pela matemazitação e cartesianismo que até então esta foi envolvida. Com tempo a educação e o educar será bem influenciado por estas novas eras e formas de conhecimento, mas até lá muito será preciso mudar, nomeadamente no socialismo humano. Contudo, já alguns surgem como inspiradores e persuasores para novos caminhos, seres que compreendem a verdadeira ligação total e una entre tudo e o todo. Embora muito secretamente, continuam-se a desenvolver estudos e exercícios de actuação de todo este potencial, do início do verdadeiro potencial da mente e do corpo e o quanto estes podem influenciar não só o palpável, o atingível, mas muito para além das meta-físicas. A mente, logo que bem desenvolvida tem um poder que é claramente ilimitado, seja perante o seu poder actuante, como modificador ou mesmo exterminador. A mente, logo que bem criada e orientada, exercitada e explorada, pode permitir experiências e actuar perante "impossibilidades" que a mente comum não compreende, normalmente atribuindo-lhe simplesmente o nome de milagre ou irreal. A exploração da mente e do conhecimento próprio, do ser eu e da capacidade desse eu será com certeza a próxima fase de domínio humano e o próximo passo evolutivo na raça humana. Só assim o ser humano poderá realmente expandir-se e conhecer-se a si mesmo. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Amizades

A relação de amizade entre duas pessoas pode ser iniciada de muitas formas, profissional, social, mero acaso, com intencionalidade, etc. Ela vive e cresce de várias formas e em diferentes períodos de forma diferente, necessita de ser alimentada e cultivada para que possa criar sustento e sustentação fortes e sólidas. Inicialmente também pode atravessar diferentes formas e meta-formas, pode explodir com intensidade e vivacidade como também se pode iniciar de uma forma muito lenta e calma, sem grande interesse. Contudo, são através de pontes de interesse comum que as amizades se conectam e se começam a ramificar, mesmo através de pontos de divergência é muitas vezes por aí o sentido que a substância de relacionamento se projecta pois quantas vezes já não vivenciamos que um bom combate de ideias ou através de um jogo bem disputado, se ganhou respeito e apreciação pelo outro lado. A comunicação é múltipla e muitas vezes as palavras nunca chegam a ser sequer proferidas para que se inicie este processo banal mas fundamental na vida social humana. É neste ponto que as relações humanas me fascinam, pois é através das formas químicas e processos mentais silenciosos que os seres humanos se entrelaçam com correntes fortes e convivem em processos de união e superação grupal. Ligá-mo-nos sem perceber bem como, ser ter consciência da razão, mas como se estivéssemos inconscientemente a aceitar o que é óbvio pois só tem sentido ser dessa forma. Isto normalmente acontece quando parece que já conhecemos a outra pessoa ha    imenso tempo, ou quando já não vemos um amigo há uma era e no entanto parece que tudo não passou de um ontem muito recente. Por fim é fundamental compreender que qualquer relação de amizade tem de ser na mesma trabalhada e exercitada, tem de existir reciprocidade de intenções e investimentos para que a estrutura cresça de forma bela e robusta. Pois caso assim não seja ou tende a desaparecer e cair, ou funciona apenas num sentido até a paciência e capacidade de investimento de uma das partes finda. Pode ser motivo de muita força e normalmente o crescimento conjunto tende a potenciar exponencialmente o crescimento dos indivíduos, como também pode ser motivo de grande sentimento de dor e perda. Resta compreender o quanto vale uma amizade para cada um e o quanto ela tem sentido na nossa vida. O meu conselho, investimos e crescemos em conjunto, somos recordados e imortalizados pelos outros, morremos na escuridão e sós quando tomámos o caminho da individualização e do eu e o meu ego acima de tudo e todos. Respeitar o próximo e compreendê-lo é acima de tudo um crescimento interior e divino.

sábado, 14 de setembro de 2013

Maturação

Maturação é um processo longo, demorado, e julgo que nunca terminado, pois nunca se atinge a plenitude e se fica completo e no entanto começa-se o declínio para padecer. Para além disso, as maturações corporais parecem-me claramente em estados de desenvolvimento e de crescimento não congruentes, apesar de numa fase inicial o crescimento ser contínuo e paralelo, existem fases em que o desenvolvimento mental é mais avançado ou atrasado, dependendo do sujeito, do desenvolvimento físico, muscular. Divido aqui estes dois desenvolvimentos pois são os mais comuns, e aglomero no mental o físico e sensitivo por uma mera questão de facilidade, pois como muitas vezes já referi, não existe para mim divisão, pelo contrário acho-a errada e descontextualizada. Mas voltando ao que realmente interessa, os diferentes desenvolvimentos são essencialmente influenciados pela aplicação, dedicação do sujeito na sua interacção com o meio ambiente e com o seu interior, e por isso é por clara decisão, própria ou influenciada, que o sujeito se torna mais eficiente e eficaz em determinadas áreas. Contudo, o investimento num desenvolvimento não quer dizer que se massacre ou elimine o desenvolvimento do outro, pelo contrário, se forem bem exercitados, os conhecimentos poderão levar a um desenvolvimento interactivo e profícuo do ser nos determinados campos e áreas. É por isso fundamental compreender e estabelecer planeamentos que elevem o sujeito e que o façam sentir essa ligação, essa relação umbilical entre o todo que o rodeia, essa compreensão intrínseca e extrínseca como uno. Esse é por fim o maior resultado da maturação do processo, a maturação mental e física como uno, o desenvolvimento de uma consciência que compreende o quanto está inter e intra-ligada sem limites, sem barreiras, se não por simples facilitismo de configuração e atribuição de sujeitos ao que nos realiza e vive no nosso mundo. Julgo que um dos passos fundamentais para essa maturação passa essencialmente por ter calma e paciência, inteligência naturalmente, para saber julgar os momentos e experiências que vivenciamos na nossa vida, longa ou curta depende da quantidade e acima de tudo qualidade de gasolina que dá-mos à chama da nossa memória e da lembrança que provocamos nos outros sobre a nossa passagem. A imortalidade conquista-se bem depois de se morrer.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Só quando já partiu...

O ser humano é bastante inocente e ingénuo quanto ao seu sentido de vida. Ao contrário dos animais que nascem a saber o que têm de saber, o ser humano cresce e amadurece percebendo que quanto mais avança mais tem noção do pouco que sabe e o quanto desconhece. Não só em termos de conhecimento mas essencialmente de experiências, o ser humano evolui tendo a noção do quanto perde muitas vezes por ser racional e por ser pensador. É certo que evolui enquanto raça para um domínio territorial sobre as outras espécies mas não deixa por isso de se enfraquecer enquanto catalisador e criador de momentos de transcendência, de arte, de superação do ser no âmbito pessoal e antropológico. Procura cada vez mais mecanismos e aparelhos que substituam a interacção que possa ter com o seu ambiente, "facilitando-lhe" a vida mas sem compreender o quanto o está a amputar na sua extensão e potenciação. Não acontece apenas nesta demanda pela vida ócia e de um anarquismo puro sobre o que o rodeia, o ser humano perde essencialmente por não compreender o momento, o sentimento, o sentido que as essências, objectos e substâncias que estão ao seu redor possuem. Normalmente isso só acontece, essa realização que algo era fundamental e mágico, quando já passou, quando se gastou, quando já partiu. Aí, com lamuria, e normalmente em desespero, o ser humano procura voltar ao seu passado, tenta reviver o que não é repetível, sentir aquilo que não sentiu ou que não teve noção que sentiu. A ânsia do dia de amanhã ser melhor, de o futuro ser mais risonho, priva o ser humano de compreender que o actual é que é construtor do futuro e organizador do passado. Que só percebendo e entendendo o quanto podemos fazer hoje, em cada dia, é que se ganha realmente experiência, que se enriquece e se realiza os sonhos, que se projecta um ser que definhará com um sorriso nos lábios e emoção nos olhos. Muitas pessoas perdem demasiado tempo agarradas aquilo que nunca irá existir verdadeiramente nas suas vidas, o passado, pela impossibilidade já supratranscrita e também ao futuro que sem mecanismos, sem locomoção e concepção no presente jamais existirá para além do plano, do projecto, do esboço que é a pobre mente humana. Por isso, muitos são aqueles que se arrependem, muitos são aqueles que vivem dos ses e dos talvez, infelizmente as probabilidades só existem para se equacionar padrões, e se os padrões são de o esperar, de o aguardar, do sonhar acordado, então mais não se pode esperar que esse padrão se revele e se comporte sistematicamente.

domingo, 1 de setembro de 2013

Frases ao longo do tempo...

Aqui ficam algumas frases que fui escrevendo ao longo do meu tempo enquanto estudante secundário e universitário. Possivelmente em breve escreverei mais sobre algumas delas.

“Perder, é só um passo numa vitória, é o começo dela...”

“Por muito grandes que sejam as vedetas, a bola continuará a ser redonda e o campo rectangular…”

“O treinador não é aquele que ensina a jogar futebol ou aquele que pensa que sabe tudo, o treinador é sim, a individualidade dentro do grupo que orienta os jogadores, que está lá para os encorajar, é o amigo mais próximo de cada um dentro do balneário nos bons e maus momentos, para criticar sempre que é necessário, para dar a cara e levar os primeiros socos, mas ainda mais importante, é aquele por quem o jogador se apaixona como seu irmão de sangue, o sangue do clube e da família que ali vive.”

“O mais cego de todos no futebol é aquele que apenas vê a bola.”

“O que se faz nos treinos vai-se reflectir no jogo, seja bom ou mau.”

“Mais importante do que ter pés, no futebol, é preciso é ter cabeça e olhos.”

"Não devemos nunca ir contra as ondas ou saltar por cima delas, primeiro porque não sabemos quanto duras são, e magoam sempre, nem saltar porque nunca sabemos o que está do lado de lá. Por isso mais vale recuar, deixar elas desfazerem-se aos nossos pés e depois sim mergulhar."

“Viver é mais do que viver, é Viver.”

“Não és muito bom quando todos te aplaudem, és muito grande quando ouvires uns assobios lá no meio.”

“Se o meu trabalho e pesquisa fossem divididos poderia cair no erro da ciência, de partir tudo aos bocadinhos e esquecer-me que todos aqueles bocadinhos afinal eram um bom bife tenro.”

“O caracol tornou-se lento por causa da casa que trazia com ele, protege-o e torna-lhe a vida mais fácil. Mas o caracol nunca poderá alguma vez sequer levantar a cabeça e ver o que está à volta dele.”

“O problema da girafa foi querer crescer tanto para alcançar os ramos mais altos que se esqueceu de que o inimigo lhe atacava as pernas.”

“Estrelas? Só conheço as do céu e mal as vejo cá de baixo.”

“Quanto mais envelheço mais tenho noção de que sou inexperiente.”

“Um jogo tem muito mais de 90 minutos.”

“Por onde ande, o que seja que encontre, nunca me sinto completo”
 “A minha sabedoria não me preocupa, preocupa ou deve preocupar aos outros que a desconhecem”

Devemos desequilibrar equilibrados e equilibradamente”

“A superação só se faz se se tiver necessidade de se superar.”

“Se não queremos amigos razoáveis, nem comida razoável, nem nada razoável, porque haveremos de nos contentar com sermos razoáveis? Nunca te deixes ficar pelo razoável. Exige de ti o que exiges do que te rodeia, o máximo.”

“Um grande investidor não bate ao mesmo banco duas vezes.”

“Quem é matador, ou mata ou morre.”

“Se após as três dimensões, podemos considerar o tempo como a quarta dimensão, então devemos revelar que a grande e quinta dimensão é o conhecimento.”

“A grande falha do ser humano é não ser humano.”

“Só existe perfeição aos olhos de quem tem uma visão limitada.”

Naturalmente e compreensivelmente algumas destas frases podem ter sido escritas por outros com um sentido muito semelhante e com palavras muito parecidas, até pela natureza de uma formação semelhante. Por isso peço desculpa se por vezes alguém se sentir subtraído.