sábado, 3 de setembro de 2011

O mundo como um carrossel

O mundo é fabuloso, cheio de riqueza, de diversidade, de multiplicidade, de tudo. É caótico para quem não compreende a sua essência e vertiginoso para quem fica pela janela a vê-lo passar. O mundo em si só tem sentido nesse plano megalómano e multicultural, multidimensional e hiperactivo. Perante todo este panorama, all-over, a nossa visão e conhecimento tem tendência para a difusão, a nossa percepção tende a ser nublada sobre tudo o que nos rodeia. Percepção essa que vai-se alterando, mutando ao longo da vida, influenciada pela agregação e segregação de pseudoconceitos que nos limitam a visão e compreensão do que realmente nos rodeia de forma pura e simples. Como ainda há bem pouco ouvi num filme, um mundo é como um carrossel, e nós olhamos para ele dessa forma enquanto crianças, depois vamos perdendo essa ilusão, talvez ela a mais real de todas a que temos, ao longo do tempo. Integrar e apreender este mundo não é fácil, é preciso derrubar muitas barreiras mentais e dogmas que se criam em torno de conceitos culturais e sociais que nos levam a uma estandardização cada vez maior, mas é tão bom ser criança, ser puro e simples, se conseguirmos ser cada vez mais cultos e experientes e podermos manter a mesma autenticidade na visualização e percepção do mundo e de tudo o que nele habita, então aí seremos inteiramente felizes e realizados.

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